sexta-feira, 29 de outubro de 2010
IV Jornada Pedagógica
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
JOGOS MAZZARELLO
Entre os dias 02 de setembro e 06 de setembro, ocorreu os JOGOS MAZZARELLO na escola Centro Educacional Nossa Senhora. Este evento nascido em 1997 e que homenageia com seu nome Madre Maria Mazzarello, tem como principal objetivo estimular a prática esportiva entre os jovens salesianos do país, oportunizando-lhes uma expriência positiva que contribua para a sua formação, além de promover o intercâmbio sócio-educativo entre as escolas das Filhas de Maria Auxiliadora dentro de um clima de amizade e prazer.
> Modalidades dos X Jogos Mazzarello:
- Basquetebol Masculino e Feminino
- Futsal Masculino
- Handebol Masculino e Feminino
- Voleibol Masculino e Feminino
> ESCOLAS QUE PARTICIPARAM DO MAZZARELLO/2010
CENSA - Campos dos Goytacazes/RJ
Colégio Pio XII - Belo Horizonte/ MG
Escola Nossa Senhora Auxiliadora - Ponte Nova/MG
Instituto Auxiliadora - São João del Rei/MG
Instituto Laura Vicunã - Campos dos Goytacazes/RJ
Instituto Nossa Senhora da Glória - Rio das Ostras/RJ
Instituto Nossa Senhora Auxiliadora - Rio de Janeiro/RJ
Instituto Nossa Senhora da Glória - Macaé/RJ
Instituto Maria Auxiliadora - Natal/RN
Instituto Dom Bosco - Campos dos Goytacazes/RJ
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Bullying nas escolas
Bullying é uma discriminação, feita por alguns cidadãos contra uma única pessoa. Mas não é uma coisa simples, que se pode vencer de um dia para o outro. Bullying é um mal que se carrega durante um período da vida muitíssimo grande. Quando alguém diz que seu cabelo está estranho, você provavelmente vai correndo para o espelho mais próximo para se arrumar. Agora imagina duas, três, dez pessoas, todo o dia, falando mal do seu cabelo, de coisas que você não tem culpa por ter ou muitas vezes por não ter. Sim, isso seria completamente insuportável, quer dizer, sua alto estima fica lá embaixo, e os malvados causadores do bullying seriam os heróis. O que você faria? Se mataria? Sim, existem crianças que se suicidam, mas não com a idéia de que a vida delas é uma droga, e, sim, de que eu vou morrer porque sou feia e tudo que eles dizem é verdade.
Apelidos como "rolha de poço", "baleia", "quatro olhos", vara pau entre outros e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo. Alunos "esforçados" que geralmente sofrem represalias por parte de seus colegas em geral não por caracteriticas fisicas mas também intelectuais são comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying.
Sem equivalente na língua portuguesa, bullying é um termo inglês utilizado para designar a prática desses atos agressivos. As conseqüências são o isolamento, a queda do rendimento escolar, baixa auto-estima, depressão e pensamentos negativos de vingança.
Estudos mundiais revelam que, de 5% a 35% dos alunos estão envolvidos nesse tipo de comportamento. No Brasil, alguns estudos demonstraram que esses índices chegam a 49%.
Com os avanços da tecnologia, esse constrangimento saiu das escolas onde era um lugar comum dessa prática e partiu para internet e ganhou força. A nova prática recebeu o nome de “Cyberbullying” e se infiltrou em correios eletrônicos, blogs, Orkut, Msn, etc. O agressor nesse caso, muitas vezes escondido atrás de um apelido, dissemina sua raiva e felicidade enviando mensagens ofensivas a outras pessoas. Em muitos casos, ele exibe fotos comprometedoras, altera o perfil das vítimas e incita terceiros a reforçar o ataque. O único propósito é a humilhação da vítima e isolamento daquele que é considerado mais fraco ou diferente.
“Quem agride, quer que o seu alvo se sinta infeliz como na verdade ele é. É provável que o agressor também tenha sido humilhado um dia, descarregando no mais frágil a sua própria frustração e impotência”(Maluh Duprat).
Bullying não é nada bom, e se você conhece alguém que sofre com isso, ajude-o. Pois você se beneficiará com uma nova amizade ou quem sabe salvando uma vida.
sábado, 14 de agosto de 2010
Friedrich Froebel
Jean Piaget
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Educar a criança é acelerar o combate à pobreza
mo pobres que somos, entanto que povo, é como é que os países que eram tão pobres como nós, conseguiram muitas vezes em tão pouco tempo, como os 35 anos da nossa independência, erradicar a pobreza e entrar na senda da prosperidade, como é o caso da China que, em apenas três décadas, atravessou a fronteira do subdesenvolvimento, e está agora num altíssimo vôo econômico rumo à prosperidade. Se fosse tentar dar resposta a esta pergunta nos recuados tempos dos famosos economistas Adam Smith e David Ricardo, diria que a China erradicou a pobreza, valendo-se do trabalho árduo que o seu povo leva a cabo de dia e de noite, mas no mundo da revolução do conhecimento em que vivemos, o trabalho é apenas um lado da moeda, e só produz milagres econômicos quando combinado com a educação massiva das crianças ou camadas mais jovens, para que se armem do saber que os permita ter soluções mesmo onde o comum de nós achamos impossível.
É só ver como os chineses estão a erguer o nosso Aeroporto Internacional de Maputo, incluindo o Parque que antes parecia uma jaula para animais perigosos. Assim dito, a resposta mais completa para que possamos sair rapidamente da pobreza é que devemos massificar a educação das nossas crianças que hoje celebram o seu dia mundial, ao mesmo tempo em que temos de incutir nelas a cultura do trabalho árduo que, como diziam aqueles dois economistas, continua hoje sendo de fato o meio para se acumular honestamente todas as riquezas. Mas o que prova que o trabalho sem a massificação duma educação sólida provoca uma paralisia ou mesmo estagnação econômica onde já havia prosperidade.
É o que está a acontecer paulatinamente com os EUA e, dum modo geral, com quase todos os países ocidentais, cujas economias hoje estão paralíticas, porque de há uns decênios para cá, não investiram em massa na educação das suas crianças e jovens. Vários especialistas em questões educacionais, como a norte-americana Susan Traiman diz, categoricamente, que o que causa agora a estagnação do desenvolvimento dos EUA e do resto do Ocidente é, de fato, terem negligenciado a educação das suas camadas mais jovens, e que este problema agravou-se quando já nem podia recorrer à importação dos cérebros doutros países.
Diz que o que travou o roubo ou dreno de cérebros que vinham até aqui sendo a tábua de salvação das economias ocidentais, é que as suas multinacionais passaram a optar por transferir as suas fábricas e centros de investigação para os países onde podiam encontrar pessoas talentosas e a um custo mais baixo, como é o caso desta mesma China, onde com um valor com que se paga um salário de um americano, se paga quatro de engenheiros chineses.
Susan explica que a falta de quadros em número suficiente nos EUA e noutros países ocidentais, levaram as multinacionais a tomarem essa opção de instalar as suas fábricas onde há gente qualificada ao invés de importá-los. Ela vinca que a indústria de alta tecnologia dos EUA sofre duma penúria crônica de engenheiros, matemáticos, físicos e biólogos, e vê-se obrigada a importar talentos do estrangeiro. Mas, atualmente, os donos das nossas multinacionais têm essa outra opção, que é transferir as suas fábricas de produção e investigação para países como a China. Dados contidos num outro grande livro, o “Global Trape” ou “Armadilha Global”, mostra que grande parte das atividades das fábricas multinacionais, estão em países estrangeiros e não mais nos de origem dos seus proprietários.
Como Educar nos dias de hoje?
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Educar e amar, verbos de primeira conjugação

Os verbos educar e amar têm muito em comum. No livro de gramática, porque ambos têm a terminação ar, são denominados verbos de primeira conjugação. Na nossa sociedade, são ações de primeira necessidade, portanto: primeira conjugação. E são complementares: impossível educar sem amar, impossível amar sem educar, ou, sem ensinar, mesmo que seja apenas (apenas?) ensinar a amar.
E são regulares: na gramática porque seguem o paradigma da primeira conjugação, na sociedade porque são ações que devem ser praticadas regurlamente, todos os dias e toda a vida. Quando amamamos educamos, aprendemos, crescemos... Quando educamos de verdade, amamamos e nos amamamos. Quem não ama não educa e não é educados (nos dois sentidos). Quem não educa não ama, não se ama, não cresce, não aprende...
Os sujeitos desses verbos somos todos nós, nós adultos, nós professores, nós pais, nós cidadãos, nós seres humanos, nós homens, nós mulheres e nós crianças - sim, nós crianças! - porque crianças educam outras crianças e a criança que existe dentro de cada um de nós é uma grande educadora.
Esses dois também são reflexivos: Quem ama e educa se ama e se educa, é amado e aprende, porque quem é amado ama e quem educa aprende. E quanto mais ama mais é amado, quanto mais educa mais é educado.
A escola é portanto - tem que ser - um tempo de amor. Cada casa, cada lar, cada família deve também ser um tempo de amor e cabe a cada pessoa fazer de si um educador e um educando porque essa é a única forma de cada pessoa fazer de si mesma um mundo melhor. E torcer para que seja contagioso.
Educar é como amar
Educar é como amar.
É preciso se dedicar,
ter paciência de esperar
o resultado chegar.
Mesmo vindo devagar,
é preciso perceber
que quem ensina também aprende
com quem busca o saber.
Trabalho árduo,
complexo e desafiador,
mas, se feito com carinho,
com dedicação e amor,
o resultado é positivo e o futuro é promissor.
É nosso dever, é nossa obrigação
preparar as crianças, futuro da nação,
a ter esse direito chamado Educação.
Elisângela Gomes dos Santos Ferreira
